quinta-feira, 31 de março de 2016

                                                       Volta às aulas



As vezes ainda preciso me beliscar para ter certeza que não estou sonhando, que é realmente verdade que estou cursando a tão sonhada graduação em pedagogia na UFRGS a melhor universidade do país.
Agora iniciando o 3° eixo com novas interdisciplinas e muitas expectativas de aprendizagens, também com um novo olhar em relação   em relação a organização do tempo e ciente que o mesmo é fundamental para o bom andamento do curso e da vida, conforme o professor Credine nos orientou a fazer o planejamento para que a partir dele nosso tempo seja organizado de acordo com as nossas necessidades, e que pelo menos três vezes por semana colocarmos nossas tarefas em assim não as acumulamos, evitando desesperos.
E realmente pretendo cumpri estas recomendações, pois em dezembro passei por dificuldades, por que apesar de ter feito uma tabela de planejamento, acabei não a cumprindo a risca, por que também tinha os meus alunos para dar conta e acabei me sobrecarregando.
O bom é que tudo é aprendizagem, agora que passei por esta experiência desagradável, sei que tenho que agir de outra forma me organizando melhor.
Mas apesar de tudo no período de férias senti falta das leituras, dos fóruns, dos encontros presenciais, das colegas, de perder os fins de semana para fazer trabalhos, enfim de tudo.
também confesso que me senti uma adolescente no primeiro dia de aula,estava ansiosa para rever as colegas, jogar conversa fora , trocar conhecimentos, ouvir angustias etc..
E assim vamos seguindo, amo muito tudo isto.
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sexta-feira, 25 de março de 2016


                                                             Críticas
Está semana tivemos a segunda aula presencial do terceiro semestre da interdisciplina de Seminário III, a proposta de trabalho foi nos reunirmos em grupos e analisarmos algumas postagens de blogs das colegas de anos anteriores de dez postagens escolheríamos duas boas e duas não tão boas ou seja que podiam ser qualificadas.
Depois de lermos, íamos discutindo- as, foi então que percebi o quanto é difícil  fazer uma crítica a algo ou a alguém.
Por que a palavra crítica já nos causa arrepios, pois sempre a associamos a algo negativo e geralmente é o que acontece pois quase sempre elas são feitas de forma destrutiva, ressaltando apenas os pontos negativos das coisas ou das pessoas, o que acaba desmotivando e enraivecendo  a pessoa que a recebe.
Mas também temos a crítica construtiva que é pouco usada, mas é a forma correta de se fazer críticas a algo ou alguém.

Pois nela se ressalta os pontos positivos e os que ainda podem ser melhorados, desta forma mesmo que no primeiro momento a pessoa se sinta desconfortável pela crítica, mas a longo prazo ela entendera que através da crítica temos a oportunidade de reconhecer erros, trabalhar neles e consequentemente de crescer como pessoas.
As consequências e eficiência de uma boa crítica dependem da maneira como a encaramos.
O segredo para ser um bom critico é saber se colocar no lugar do outro, o que não é uma tarefa fácil e exige treinamento.
Estou aprendendo a ser crítica e a lidar com as críticas que recebo, desde que iniciei no pead, o que faz pouco tempo, mas já são bem aparentes as mudanças em todas as áreas da minha vida, por que também era uma pessoa que tinha dificuldades de aceitar crítica e cheguei a cortar relação com algumas pessoas que me criticaram, mas hoje com o conhecimento da crítica construtiva consigo ver o ponto positivo e tento me melhorar.
Apesar de que para sermos bons críticos precisamos de treinamentos diários e constantes, ser crítico faz parte do nosso dia-a-dia.