domingo, 22 de maio de 2016

Ao assistir o filme minha voz minha vida ,para realizar atividades da interdisciplina de música na escola,aprendi o quanto dependemos e precisamos das nossas voz para trabalhar.
Vi que assim como eu muitos professores ainda não se deram conta de como suas vozes precisam ser cuidadas.
Como não incluía a profissão de professor como profissional da voz,pois tinha como profissional da voz apenas cantores e apresentadores etc...
Só não sei como nunca percebi que um profissional que passa horas e horas falando só pode ser um profissional da voz, e sendo assim necessita cuidar da mesma.
no filme também me identifiquei com o professor que tinha um tom de voz alto, por que na sala de aula costumava gritar para ser ouvido e automaticamente passou a falar com o tom de voz alto em todos os lugares, passando uma falsa impressão de uma pessoa irritada e agressiva.
Tenho percebido que muitas vezes quando estou conversando empolgada entre amigos ou familiares meu tom de voz se eleva sem que eu perceba e então alguém tem que chamar a minha atenção para este fato, o que é muito constrangedor e muitas vezes até fico magoada com a situação e não com as pessoas,pois sei que se estão me falando é por que querem o meu bem,acho que adquiri este hábito em sala de aula por que muitas vezes tenho que falar alto para ser ouvida.
mas aprendi com o filme que nem mesmo na sala de aula devo falar elevar a minha voz e vou procurar seguir as dicas do filme para me melhorar tanto no trabalho quanto na minha vida pessoal.

domingo, 15 de maio de 2016


       

Num segundo momento na aula de quarta-feira dia 11/05/2016,fomos para grupos maiores com aproximadamente 15 ou 20 componentes para discutimos em que consenso o grupo menor havia chegado, a professora Cíntia  nos fez refletir sobre o que é tecnologia, pois quando falamos em tecnologia pensamos apenas em aparelhos que foram inventados recentemente, e esquecemos aqueles que são melhorados, modernizados,atualizados.
Afinal todos usamos  tecnologia o tempo todo, pois se compararmos objetos do tempo que eramos crianças até os dias atuais fica fácil percebermos como tudo se transformou,atualizou, melhorou.
Até os objetos mais simples como o lápis e o papel passaram por transformações tecnológicas, e mesmo assim continuamos  usando e precisando deles.
Claro que todos nos fazemos uso das tecnologias, as vezes não utilizamos alguns aparelhos por não saber manuseá-los, mas no geral estamos incluídos em um mundo com objetos que facilitam nossas vidas e nos poupam tempo.
As discussões foram muito além com muitos questionamentos e problemáticas e o que também me marcou bastante foi a professora Cíntia ter nos "ensinado" ou sugerido sempre questionar, em todos os momentos e sobre todos os acontecimentos, não ficar engessado ou conformado com simples é assim e pronto, expor nossas opiniões,mostrar nossa voz,sem medo que digam que as nossas perguntas são bobas,até por que não existem perguntas bobas.

Expor minha opinião não é muito fácil, pois fui ensinada e condicionada o fazer o contrário a vida toda,mas percebi que sempre é tempo de mudar,e me senti tão a vontade que consegui expor minha quatro vezes em uma única aula, sem medo do que os outros fossem falar, me senti livre e respeitada.
Com isto também aprendi que devemos dar atenção as perguntas das crianças, que desde pequenos que devem ter a liberdade de perguntar e expor seus questionamentos.



                                          


Na quarta-feira dia 11/05/2016 nos fizeram a seguinte pergunta: se  as tecnologias na sala de aula é uma solução ou um problema.
No primeiro momento nos reunimos em pequenos grupos de quatro pessoas, para chegarmos a um consenso, todas do grupo acreditamos que as tecnologias são nossas grandes aliadas em sala de aula, mas que em alguns caso o uso sem limites ou sem uma proposta clara pode trazer alguns transtornos dependendo da faixa etária dos alunos.
No meu caso que trabalho com crianças na faixa etária de 3 a 4 anos, uma turma de maternal 2, as tecnologias são minhas aliadas e facilitadoras no dia-a- dia, pois através delas acabo ganhando tempo e qualidade no trabalhos.
Não sei o que seria das minhas aulas sem a câmera fotográfica, por que uso ela o tempo todo para registrar as atividades, as brincadeiras e os momentos de jogos.
Também produzo vídeos para que as crianças se vejam brincando, fazendo  atividades e jogando,é muito importante que as crianças possam se ver participando das atividades em sala e no pátio.
Costumo fazer vídeos curtos durante as atividades  sem que as crianças percebam,em diferentes momentos todos os dias.

                                                  

Depois no final de cada mês levo-os a sala de vídeo para que assistam aos mesmos, as crianças ao se verem comentam o que estão fazendo e se divertem muito.
Sempre que uso esta estrategia costuma dar muito certo, pois as crianças se interessam e prestam atenção nos vídeos em que elas se veem, as crianças gostam mais de se verem do que quando coloco outros filmes para assistirem.
Sem contar que através da câmera fotográfica, também tiro fotos que me sevem de registro para as brincadeiras e atividades nas quais não utilizamos papel, serve para que os pais possam ver as crianças participando das atividades na escola.
                                              

segunda-feira, 9 de maio de 2016

                           
Aula presencial de Libras, no primeiro encontro da interdisciplina de libras eu estava muito ansiosa com medo de conseguir fazer os sinais, pois não sabia sequer dar um simples oi.
Estava muito tensa e resolvi chegar um pouco mais cedo no campus para me distrair com outras coisas,fiquei no laboratório de informática e aos poucos as colegas começaram a chegar e começamos a dialogar, contei para a Lisandra e a Antônia os meus medos e as mesma que já fizeram cursos de libras disseram que não deveria me preocupar, que eu conseguiria sim fazer os sinais.
Fomos para o auditório e enquanto faltava uns minutos para começar a aula a Antônia ensinou-me a sinalizar o meu nome e os comprimentos os básicos,além de conseguir fazer com facilidade adorei e quando começou a aula já estava tranquila e confiante, aos poucos fui conseguindo fazer tudo que a professora propôs.
No outro dia estava tão feliz por que consegui fazer os sinais e me comunicar através das libras que resolvi compartilhar com os meus alunos mesmo eles sendo pequenos, contei tudo que tinha aprendido na aula,e as crianças ficaram bem atentas a tudo que falei, então perguntei se queriam aprender a fazer os sinais que eram utilizados para nos comunicarmos com os surdos, as crianças imediatamente aceitaram,então ensinei para elas os comprimentos básicos e elas adoram e não paravam de fazer,principalmente os sinais de boa noite que foi o mais significativo para elas.
Adorei poder ensinar algo novo e tão importante para eles, agora é só aprender mais no moodle para saber me comunicar com os surdos sem ficar gritando e fazendo gestos sem significado que é o que costumamos fazer diante de uma pessoa surda,e também poder proporcionar novas aprendizagens aos meus alunos.