segunda-feira, 24 de abril de 2017

                                  Resiliência segunda parte


Como na postagem anterior relatei sobre o significado da palavra resiliência na psicologia, e no final da mesma diz que a resiliência pode ser aprendida, resolvi pesquisar os passos para esta aprendizagem ou mesmo para melhorar a resiliência de uma pessoa, achei um site onde cita cinco passos para começar a trabalhar a sua resiliência, e como o passo a passo é simples e de fácil compreensão, resolvi compartilhar, pois pretendo começar a treina-los para melhorar a minha resiliência.
Cinco passos para começar a trabalhar a sua resiliência:

1 – Controle os seus impulsos
Você é responsável pelas suas atitudes, portanto, controle-as. Pense duas vezes antes de agir, respire fundo e foque nas consequências a longo prazo, principalmente se você estiver nervoso ou com raiva. Dê um passo para trás antes de esbravejar com o mundo.
2 – Cultive o otimismo
Acreditar que as coisas vão melhorar nos revigora e fortalece. Mude a sua postura, o seu foco e transforme o seu futuro. 
3 – Analise o ambiente antes de agir
Explodiu uma bomba! E agora, o que fazer? Primeiro, calma! Faça uma leitura do ambiente, identifique os perigos, os riscos e as oportunidades antes de tomar qualquer atitude. Dessa forma você pode encontrar soluções e respostas para seus problemas. Dê um passo para trás antes de esbravejar com o mundo.
4 – Busque dar um sentido à sua vida
Tenha propósitos, sonhos e metas claras para a sua vida e seu futuro. Concentre-se neles quando tudo parece dar errado. Essa mudança de foco nos traz para o que realmente importa.
5 – Aceite ajuda
Não tente salvar o mundo sozinho. O ser humano nasceu para viver em comunidade, e onde duas cabeças pensam surgem ideias e respostas mais eficientes. Você não é um perdedor por precisar de ajuda. É muito inteligente por aceitar que algo está além de sua alçada.
A resiliência se aprende com o dia a dia, com os desafios de um chefe difícil, de uma fase de crise no casamento ou um sonho frustrado. Todos caímos. O que importa é quando e como nos levantamos para seguir em frente. Aceite as adversidades e lide com elas, uma de cada vez, para sentir a vida mais leve nas suas costas.

solução de problemas através da resiliência
Referências:
imagem da internet acesso no dia 24/04/2017 as 16:33
http://www.resilienciamag.com/5-passos-para-aumentar-sua-resiliencia/

                                       Resiliência

A Primeira aula presencial da interdisciplina de psicologia da vida adulta aconteceu no dia 05/04/2017.
A professora Tânia propôs que formássemos grupos  para iniciarmos o trabalho do semestre, que consiste em trabalharmos problemas da vida adulta.
O grupo que formamos ficou com o tema resiliência.
Segundo o dicionário:
Na psicologia resiliência é a capacidade do indivíduo  de lidar com problemas, adaptar-se as mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas (choque, estresse etc...) sem entrar em surto psicológico, emocional ou físico, por encontrar soluções estratégicas para enfrentar e superar as adversidades.
Nas organizações, a resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém se depara com um contexto entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer.
Essas decisões propiciam foras estratégicas na pessoa para enfrentar a adversidade.
A resiliência de um indivíduo dependerá da interação de sistemas adaptativos complexos, como o círculo social, família, cultura entre outros.
A resiliência pode se apresentar ou não em vários domínios da vida de uma pessoa ( saúde, trabalho, escola etc...) e variar ao longo do tempo.
Sinônimos de resiliência:

  • Força;
  • Resistência;
  • Superação
A resiliência pode ser aprendida, não é um traço de personalidade que aparece em algumas pessoas e em outras não.


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Referências:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Resili%C3%AAncia_(psicologia)
imagem retirada da internet acesso dia 24/04/2017 as 09:53
https://www.google.com.br/search?q=resiliência&espv=2&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwj0rvTBkL3TAhUCIZAKHfsHCR8QsAQIUg&biw=1366&bih=638&dpr=1#imgrc=

quinta-feira, 20 de abril de 2017

                    Reflexão Final da Interdisciplina de EPPC

Através do texto lidos ao longo da interdisciplina de EPPC, pude perceber que o quanto a teoria pode nos auxiliar em nossas práticas, e ao contrário do que muitas pessoas haviam me dito de que não valia a pena cursar pedagogia, porque só se aprende teorias, mas no meu ponto de vista penso que estas pessoas estão muito equivocadas, pois estou aprendendo todos os dias que as teorias são fundamentais para melhorar nossas  prática.
No meu entendimento teoria e prática andam juntas, não importa a faixa etária em que se trabalha.
Esta interdisciplina me proporcionou o entendimento de que sempre devemos melhorar em todos os aspectos a cada dia.
Também aprendi que devemos fazer parte da escola onde trabalhamos, e o primeiro passo é participando da construção dos ppps para contribuirmos e melhorarmos nossas práticas pedagógicas.
Até hoje  nas escolas em que trabalhei não tive a oportunidade de participar da construção dos ppps e as poucas partes que tive acesso dos mesmos, percebi que as propostas escritas neles principalmente as voltadas ao atendimento das crianças são maravilhosas e contempla  as necessidades exigidas pelas leis.
Mas vejo que o que deveria ser mudado na construção destes documento é que falta o mais importante que é a participação do funcionários e das famílias, pois os mesmos tem o direito de participar da elaboração deste documento.
As direções também tem que se conscientizar que o ppp não é um documento feito para ficar guardado a sete chaves em uma gaveta na secretária da escola, e sim  para ser um manual a ser seguido tanto pela escola, quanto pela comunidade.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

                                          Autonomia

Autonomia Moral na obra de Jean Piaget: A complexidade do Conceito e sua importância para educação ( Lia Freitas).
Através da leitura deste texto proposto na interdisciplina de EPPC, pude entender que existe dois tipos de autonomia:
A autonomia moral, que refere-se a capacidade de discernimento da criança, entre o bem e o mal, ou certo e errado.
E a autonomia-intelectual, que desenvolve no indivíduo a capacidade de ter sua própria maneira de pensar.
Através desta leitura também pude refletir sobre o quanto nós professores temos o dever de desenvolver em nossos alunos estas autonomias, e que também devemos ter cuidado para não  confundirmos autonomia com independência, porque segundo o texto é muito comum confundirmos estes dois conceitos até porque são sinônimos, esta confusão se da  principalmente na educação infantil quando começamos a desenvolver os mesmos, e passamos a estimular as crianças a apenas serem independente,achando que assim estamos ensinando-as a terem autonomia.



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Referência:
Imagem tirada da internet, acesso no dia 19/04/2017 as 11:23
https://www.google.com.br/search?q=autonomia&espv=2&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwj1ja_W17DTAhVQ72MKHeckA24Q_AUIBigB&biw=1366&bih=638&dpr=1#imgrc=lID

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                                Reforma do Ensino Médio

Na interdisciplina de Eppc a proposta era assistimos as entrevistas  dos autores Carmem Craidy e José Pacheco sobre a reforma do ensino médio.
Após assistir as entrevistas e refletir sobre as mesmas, fiquei decepcionada ao constatar que no nosso país infelizmente não evoluímos  na área da educação, bem pelo contrário cada vez mais voltamos ao passado.
Quando li o título e ouvi falar em reforma imaginava que fosse uma proposta nova, mas  quando assisti as entrevista onde os autores falam que as medidas implantadas são as mesmas que já existiam no século 19, é um absurdo estarmos no século 21 e os nossos líderes implantarem medidas educacionais do século 19, e o pior de tudo é que estas medidas são criadas e aprovadas por pessoas leigas as quais nem se quer se preocupam em consultar ou pelo menos ouvir os profissionais da educação que são os que realmente entendem do assunto.
Concordo que o nosso país necessita de uma reforma educacional geral, começando na educação infantil até os níveis superiores, mas penso que a mesma deve ser feita por profissionais e pesquisadores da área da educação, que são os que tem condições de identificar o que deve se mudado e como deve ser mudado.
Ficar voltando ao passado não revolve nossos problemas, bem pelo contrário.






Referências:
imagens da internet acesso a página no dia 19/04/2017 as 8:43 da manhã

http://generalsalgadonews.com.br/images/noticia/2016/10/05/147569504557f551c506cd24.90078802.jpgiw=1366&bih=638#tbm=isch&q=contra+reforma+do+ensino+m%C3%A9dio&imgrc=ZaIGp1hZVKZu-M: