Avaliação
Após ler os textos propostos e observar as imagens sobre avaliação, pude perceber que avaliar não é uma prática simples, muito pelo contrário, pois devemos levar em conta todos os momentos do desenvolvimento escolar do indivíduo.
segundo Ferreira (1992,p.5):
Avaliar não é verificar a produção, mas fornecer condições para que o aluno crie algo novo. Avaliar deve ser um momento de questionamento, de problematização, de "hipotetizar" o que já foi visto. O professor deve criar formas de avaliações que levem em consideração o raciocínio do aluno, sua capacidade de produzir novos conhecimentos.
No texto " O contexto da prática avaliativa no cotidiano escolar" deixa claro que a forma atual de avaliação só serve para classificar o ser humano.
conforme Luckesi (1995,p.34):
segundo Ferreira (2002,p.56):A atual prática de avaliação escolar estipulou como função do ato de avaliar a classificação e não o diagnóstico como deveria ser constitutivamente. ou seja, o julgamento do valor que teria a função de possibilitar uma nova tomada de decisão sobre o objeto avaliado, passa a ter função estática de classificar um objeto ou um ser humano histórico num padrão definitivamente determinado.O texto nos diz que a melhor forma de avaliar um aluno, é nos momento em sala de aula, pois nestes momentos temos a oportunidade de avaliarmos o aluno como um todo.
Os momentos das aulas se constituem excelentes oportunidades para avaliarmos o aluno como um todo: suas atitudes, seus valores, sua participação, seu interesse, sua vivência e experiência, seu relacionamento, seu espírito de iniciativa, sua postura, respeito e tantos outros atributos, além de seu desempenho intelectual. São excelentes momentos para se avaliar o aluno de forma prazerosa e não de forma angustiante. O aluno pode ser avaliado a partir de tarefas diversificadas, de tudo o que ele produz como expressão do seu conhecimento.
Referências:
FERREIRA,
Lucinete. O contexto da prática avaliativa no cotidiano escolar. In:_. Retratos
da avaliação: conflitos, desvirtuamentos e caminhos para a superação. Porto
Alegre: Mediação,2002. p. 39-61.
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