sábado, 22 de junho de 2019

Revisitando a postagem... Repensando uma

prática

Ao reler a postagem que fiz para interdisciplina de escola, cultura e sociedade, de titulo repensando uma prática, onde refleti sobre a escrita de uma colega do fórum, e que a mesma me fez questionar sobre algumas situações onde acabamos nos contradizendo e padronizando nossos alunos.
Mas a partir desta reflexão aprendi a ter mais cuidado ao falar com os meus alunos, pois percebi que devo ser coerente no que falo, até porque trabalho com crianças pequenas da Educação Infantil, e não devo confundi-las, e apesar da correria do cotidiano não devemos padronizar nossas crianças.
Apesar de parecer uma mudança simples, acredito que é de extrema importância, pois são nos pequenos detalhes e aos poucos que vamos nos desconstruindo e nos transformando.
E  desta forma melhorando nossas práticas, com o objetivo de melhor atender os nossos alunos.

                   Revisitando a postagem...Refletindo

Ao reler a postagem refletindo, que postei no meu blog sobre a primeira atividade da interdisciplina de didática, planejamento e avaliação, coloquei na postagem que ainda me surpreende que existam professores que acreditam que os alunos só aprendem através de cópias e modelos prontos.
Pois a um mês atras fui trabalhar em uma escola onde infelizmente a coordenação incentiva estas práticas, e é claro que não aceitei calada, questionei a direção do porque não valorizar o trabalho das crianças, pois desta forma poderíamos incentivar a criatividade e a autonomia das crianças.
A resposta que obtive é que os trabalhos das crianças devem estar perfeitos para que possam ser apresentados para os pais e que todas as atividades propostas devem ter registros em papel para serem entregue as famílias.
Fiquei literalmente sem palavras como pode em pleno século XXI, onde se exige que as escolas mesmo que de Educação Infantil, contratem apenas profissionais com as devidas formações, o que acredito ser o correto, continuem com práticas pedagógicas tão arcaicas, e mais uma vez fico triste em saber que existem pessoas que estudam e sabem como deve proceder para proporcionar um bom desenvolvimento e aprendizagens adequadas para as crianças, mas mesmo assim aceitam caladas fazer um trabalho que poda a criatividade e a autonomia das crianças.
Perguntei se os registros como fotos e filmagens, seriam validos, pois os mesmos poderiam ser vistos pelas famílias na página da escola, e continuei fazendo o meu planejamento na forma que aprendi e que acredito que proporciona aprendizagens para os meus alunos, mas é claro que não foram bem vindos, pois os registro feitos pelas crianças para algumas pessoas são apenas riscos.
No fim ficou provado que não tenho perfil para trabalhar nesta escola, e me sinto feliz por isso, mas triste pelas crianças que lá estão, pois com certeza está escola é uma escola gaiola.

                   segundo Rubem Alves (2004):
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controlo. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados têm sempre um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.

Pude perceber que realmente os pássaros daquela escola estavam sob controle, pois apenas escutam em silêncio o que diz o professor, memorizando e decorando conteúdos para que no futuro sejam bons e obedientes funcionários, pois o nosso pais precisa de pessoas que saibam obedecer ou seja que estejam sobre controle, com donos que possam controla-los.


referências:

Rubem Alves Gaiolas ou Asas A arte do voo ou a busca da alegria de aprender Porto, Edições Asa, 2004

terça-feira, 16 de abril de 2019

Revisitando a postagem...Conhecendo a Educação de Jovens e Adultos

Reler a postagem que fiz ao cursar a interdisciplina de Educação de Jovens e Adultos, de título conhecendo a Educação de Jovens e Adultos, onde fiz uma breve reflexão sobre a importância para nós profissionais da Educação conhecermos  cada etapa da mesma.
Até porque já presenciei muitos profissionais dizerem que não gostam de algumas das etapas da Educação, o que acredito ser um direito de cada um, mas muitas vezes falamos que não gostamos sem conhecer as mesmas. 
Lembro que quando iniciei no curso de magistério, não pensava em trabalhar na Educação Infantil, até porque acreditava que não conseguiria dar conta de tantas crianças pequenas ao mesmo tempo.
Claro que pensava assim sem nunca ter entrado em uma sala de aula de Educação Infantil, apenas pela experiência de ter dois filhos.
Nunca me imaginei ficar com uma de Educação Infantil, mas ao iniciar meu trabalho na Educação Infantil, e aprender a conversar com as crianças, fazer combinações e estabelecer rotinas, posso ver o quanto podemos mudar ao longo do tempo, pois agora lembrando que ano passado fiquei sozinha com a minha turma de maternal 1, com dezenove alunos, de 2 a 3 anos de idade, por quatro meses, e conseguimos fazer a decoração da sala e cumprir com todas as exigências impostas pela escola.
Acredito ser de grande importância relatar a minha experiência, pois como muitas pessoas achava que não gostava da Educação Infantil, mas na verdade apenas não há conhecia.
E assim como qualquer outra etapa de ensino, penso que primeiro devemos experimentar, e depois decidir se gostamos ou não.
E neste aspecto tenho muito a agradecer mais uma vez ao PEAD, pois através do mesmo pude conhecer mesmo que, teoricamente todas as etapas de ensino, o que acredito ser fundamental para um bom profissional, claro que vamos gostar mais de umas do que de outras, mas o fundamental é conhecer todas.
E particularmente a partir dos estudos da teoria fico tentada a experimentar todas as outras etapas da Educação, até mesmo com a proposta de sair da zona de conforto, me desafiar em outras etapas da Educação.


segunda-feira, 8 de abril de 2019

   Revisitando a postagem... Avaliação na Educação Infantil

Ao reler a postagem Avaliação na Educação Infantil, que fiz ao assistir o vídeo com a entrevista  de Jussara Hoffman, proposto pela interdisciplina de organização do ensino fundamental.
Lembrei que na interdisciplina de didática, planejamento e avaliação, também trabalhamos sobre a importância  de avaliar os alunos.
E como trabalho na Educação Infantil, e em todas as escolas as quais já trabalhei o método de avaliação sempre foi o de pareceres descritivos.
Costumamos fazer um perfil da turma, para ter um visão do coletivo, e os pareceres individuais, que acredito ser o mais importante.
Sempre que fiz os pareceres descritivos dos meus alunos, procurei descrever as particularidades de cada um, pois costumo fazer registros diários, tanto sobre a rotina escolar, quanto sobre o desenvolvimento das atividade cotidianos, também gosto de tirar fotos durante as atividades, pois as mesmas são registro importantes no momento de avaliar alguns fatos, porque muitas vezes na hora de fazer os registros diários acabamos esquecendo de alguns fatos, e as fotos ajudam a lembrar, e até visualizar algumas situações que passou despercebida, por estamos envolvidos nas atividades.
E acredito que as duas interdisciplinas me ajudaram a fortalecer e melhor a forma de fazer os pareceres dos meus alunos, digo fortalecer, porque através dos materiais das mesmas pude perceber que estava no caminho certo, e melhorar porque passei a observar mais os meus alunos.
E sendo assim não tem como fazer um único parecer e distribuir para todos, pois apesar das semelhanças por serem da mesma  faixa etária, cada um age de forma muito diferente um do outro.
E particularmente gosto dos pareceres descritivos, porque os mesmos me oportunizam descrever como é cada aluno, e já presenciei muitos pais ao ler, comentar que consegue ver o filho através da descrição do parecer.
Acredito que esta evolução só é possível, porque estou estudando, e as interdisciplinas do curso a cada dia me proporcionam novos conhecimentos e aprendizagem, e com estes novos conhecimentos e aprendizagens consigo ampliar e melhorar minhas práticas em sala de aula, desta forma unindo teoria a prática.


Referências:
https://www.youtube.com/watch?v=rcDHICGPlOg


domingo, 7 de abril de 2019

       Revisitando a postagem...Diversidade x Preconceito

Ao reler a postagem de título Diversidade x Preconceito, que fiz de acordo com a proposta de atividade da interdisciplina de seminário integrador VI, onde descrevi uma situação de preconceito pela qual passei, por ter tatuagem.
refletindo sobre está postagem, percebe que infelizmente na contemporaneidade as pessoas são tem preconceito com tudo e todos, ou seja pensando melhor acredito que sempre foi assim, para muitos e difícil aceitar as diferenças e escolhas dos outros.
E se a discriminação fosse só com pessoas que possuem tatuagens, seria mais fácil de se resolver, mas não, a mesma aparece em todas e quaisquer diferenças ou escolhas, como por exemplo: altura, peso, cor de pele,opção sexual, escolaridade,  estado civil , cor de olhos, e etc...
Acredito que as pessoas estão muito focadas em encontrar diferenças nas outras, com o objetivo de denegrir a imagem alheia, e com isto acabam esquecendo que não existe ninguém perfeito.
Particularmente acredito que as diferenças de cada indivíduo é que o faz único e especial no mundo.
Penso que não temos que gostar das diferenças ou escolhas das outras pessoas, e sim respeita-las.
Pois estamos neste mundo para aprender uns com os outros, e não para competirmos uns com os outros.
E neste sentido ainda temos um longo trabalho pela frente, e penso que como professora tenho um papel fundamental, pois desde de cedo posso trabalhar com os meus alunos, desmistificando este fatos, para que no futuro sejam pessoas esclarecidas e inteligentes o suficiente, que possam entender que a felicidade do outro e a nossa felicidade, e não pratiquem o preconceito, partindo do pressuposto que não devemos fazer ao outro o que não gostaríamos que fizessem para nós. 
Só assim teremos um mundo melhor, onde nosso  maior objetivo seja ser feliz e fazer os outros felizes, pois hoje em dia para muitas pessoas é muito difícil aceitar a felicidade do outro, infelizmente.

  

sábado, 6 de abril de 2019

              Revisitando a postagem...Roda de conversa

Reler a postagem roda de conversa, que fiz  na proposta de atividade da interdisciplina de Organização e gestão do ensino, onde deveríamos pesquisar sobre assuntos do nosso interesse para educação.
Encontrei um vídeo que fala sobre a importância das rodas de conversa na educação infantil.
E comentei na postagem, que já tinha o hábito de fazer a mesma todos os dias, mas não com o objetivo de exercitar as atividades comuns a rotina da educação infantil, que são: dar bom dia, fazer a chamadinha e as combinações do dia, e sim  com a intenção de conseguir ouvir cada um dos meus alunos.
E está proposta sempre teve bons resultados, porque através desta pratica percebi que até mesmos os alunos que não costumam falar muito, acabam adaptando-se a se expressar melhor, assim compartilhando com a turma fatos dos seus cotidianos familiares e expondo seus questionamentos durante as aulas.
A roda de conversa foi fundamental no período do meu estágio, pois além da nossas conversas habituais, utilizei da mesma todas as vezes que iniciávamos uma nova etapa do projeto, e a cada proposta de atividade.
Desta forma acredito que na educação infantil as rodas de conversas são fundamentais para orientar as crianças sobre os acontecimentos cotidianos em sala.
Mas penso que estas conversas precisam ser de forma informal e simples, para que as crianças compreendam, melhor o que estamos dizendo, também devemos dar tempo para que todos possam expressar e contar o que tiverem vontade, mesmo quando os mesmos fogem do assunto que esta sendo abordado.
Acredito que nestes momentos devemos ouvir os seus questionamentos, tentando responder o mesmo, e então voltar a tema que esta sendo abordado.
Penso que desta forma estou estimulando seus alunos a valorizar o diálogo, que é algo muito importante, mas que na contemporaneidade esta se perdendo a cada dia, o que é triste, pois acredito que tudo pode e deve ser resolvido através do diálogo.
E estimular as crianças desde cedo a exercer o diálogo, mesmo que em poucos momentos, é acreditar em um futuro melhor para todos nós.

         Revisitando a postagem...Analisando os blogs

Ao reler a minha  postagem de título analisando os blogs, que tinha a proposta de analisar as postagens do blog de uma colega e classifica-las conforme  o quadro proposta na atividade, onde tínhamos a descrição dos tipos de postagens,  de acordo com o mesmo, as postagens podem ser descritivas, questionadoras e reflexivas.
Lembro que está tarefa não foi nada fácil, porém muito prazerosa, pois ao analisar as postagens da colega pude perceber a evolução da sua escrita, e suas reflexões sobre temas variados.
Assim como estou fazendo desde o semestre passado ao reler as minhas postagens, pois através das mesmas relembro temas de grande importância para a minha aprendizagem profissional, e meu crescimento pessoal.
Quando falo de crescimento pessoal, é porque a maioria dos conhecimentos que adquiri no curso através dos temas abordados, não serviram apenas para o meu desenvolvimento profissional, mas também para o pessoal.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Revisitando a postagem...Atividade com os meus sobrinhos

Ao reler a postagem de título atividade com os meus sobrinhos, realizada para a interdisciplina de projeto pedagógico em ação,pude refletir sobre as dificuldades que estava enfrentando naquele momento.
Pois a proposta da interdisciplina era de realizar projetos de aprendizagem, com as nossas turmas, e naquele momento estava sem turma, mas ao conversar com a professora e a tutora da interdisciplina, as mesmas me autorizaram a realizar o projeto em casa, em ambiente não escolar, com os meus sobrinhos.
Acredito que está experiência foi muito valiosa para os meus sobrinhos, pois a mesma proporcionou a eles experimentar atividades diferentes, as quais não estão acostumados a praticar em suas escolas.
como professora também aprendi que qualquer lugar pode se transformar em espaço de aprendizagem, necessariamente não precisamos estar dentro de um ambiente escolar para realizarmos atividades, que proporcione aprendizagens aos nossos alunos, bem pelo contrário, no semestre passado ao realizar meu estágio percebi que os alunos precisam explorar nossos e diferentes espaços, pois os mesmos contribuem para novas descobertas e importantes aprendizagens.




            Revisitando a postagem sobre Resiliência 

Na interdisciplina de psicologia da vida adulta, formamos grupos para realizar um trabalho sobre os problema da vida adulta.
O tema do meu grupo foi a Resiliência, que  segundo o dicionário:
Na psicologia resiliência é a capacidade do indivíduo  de lidar com problemas, adaptar-se as mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas (choque, estresse etc...) sem entrar em surto psicológico, emocional ou físico, por encontrar soluções estratégicas para enfrentar e superar as adversidades.
Nas organizações, a resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém se depara com um contexto entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer.

A resiliência pode ser aprendida, não é um traço de personalidade que aparece em algumas pessoas e em outras não.

Sinônimos de resiliência:

  • Força;
  • Resistência;
  • Superação.
"A Resiliência é a capacidade de se recuperar de situações de crise e aprender com ela.
É ter a mente flexível e o pesamento otimista, com metas claras e a certeza que tudo passa."



Referências:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Resili%C3%AAncia_(psicologia)
imagem retirada da internet acesso dia 24/04/2017 as 09:53
https://www.google.com.br/search?q=resiliência&espv=2&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwj0rvTBkL3TAhUCIZAKHfsHCR8QsAQIUg&biw=1366&bih=638&dpr=1#imgrc=

                                        EIXO IX

                                  RETA FINAL DO CURSO

É com muita satisfação, e orgulho que início o nono e último semestre do curso.
Satisfação por ter chegado ao tão esperado último semestre, orgulho por ter passado por muitas dificuldades, e mesmo assim não ter desistido de realizar este grande sonho, principalmente agora que está tão próximo de ser realizado.
E mais uma vez tenho que agradecer a toda a equipe do PEAD, e as colegas do mesma, que estão sempre dispostos a me ajudar, incentivando a seguir em frente.
Claro que apesar de todos dizerem que vai dar tudo certo, e também acredito que vai, não tenho como fugir da sensação de medo, de não conseguir finalizar o curso.
Pois com o desafio de produzir o tcc, acredito que não há como não se sentir tensa, mas em contra partida lembro que no início do estágio passei pelas mesmas sensações, e no final deu tudo certo.

Este semestre a proposta de postagens no blog, são de continuar com a proposta do semestre anterior, que foi revisitar as postagens dos semestres I, II, III, IV, neste semestre continuamos revisitando as postagens, agora dos eixos V,VI, VII, e VIII.

 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Revisitando a postagem sobre a Importância do Brincar

A interdisciplina de infâncias de 0 a 10, pude aprender a importância do brincar, pois as brincadeiras, tanto lúdicas, quanto educativas ajudam a desenvolver habilidades cognitivas, físicas, sócio-afetivas e morais, também são importantes para a vida psíquica, e para o seu desenvolvimento saudável das crianças.
Nesta postagem descrevi algumas brincadeiras nas quais brincava quando criança, e lembrei das aprendizagem que obtive com as mesmas.
Na educação a brincadeira é de extrema importância, pois através dela as crianças aprendem a lidar com o mundo.
É brincando que a criança se expressa, interage,aprende, recria situações cotidianas e forma a sua personalidade.
As brincadeiras e os jogos infantis podem ser instrumentos facilitadores no processo de aprendizagens, pois contribuem na contagem, classificação, a solucionar problemas e etc...
Então brincar nunca vai ser passa tempo ou perda de tempo, porque brincar também é aprender.

                Revisitando a postagem sobre Autonomia


Ao reler a postagem que refere-se ao texto Autonomia Moral na obra de Jean Piaget: A complexidade do conceito e sua importância na educação(Lia Freitas).
relembrei que o texto explica que a dois tipos de autonomia: 
A autonomia moral, que é capacidade de discernimento da criança, entre o bem e o mal, ou certo e errado.
A autonomia-intelectual, que ´desenvolve no indivíduo a capacidade de ter sua própria maneira de pensar.
Pude entender que temos que ter muito cuidado para não confundirmos autonomia com independência, pois principalmente na educação infantil é muito comum acontecer.
Pois é na educação infantil que começamos a desenvolver estes conceitos com os alunos, e acabamos estimulando-os a serem apenas independentes, achando que estamos estimulando-os a serem autonomia.

          Revisitando a postagem de Seminário Integrador IV

Ao reler a reflexão do texto "Gaiola ou Asas" do autor Rubem Alves, apesar do tempo em que fiz a postagem da reflexão, quase três anos, vejo que a mesma  infelizmente ainda representa o que sejo nas escolas, principalmente nas de educação infantil, claro que estou me reportando as que eu conheço.
E espero e acredito que existam escolas diferentes.
Pois é muito triste que em pleno século XXI os profissionais ainda estejam tão atrasados e engessados, preocupando-se apenas em transmitir conhecimento,cultivando escolas que são gaiolas, e desta forma aprisionando seus pássaros, cortando suas asas, limitando seus alunos a repetirem atividades maçantes e repetitivas.
Mas se formos olhar os registros geralmente são composto de projetos e planejamentos maravilhosos,  só que não são colocados em prática, e o pior de tudo é que em todas as vezes que questionei sobre está situação, as pessoas me responderam que a teoria não tem a ver com a prática.
Neste ponto costumo respeitar a opinião das pessoas, mas acredito que a teoria deve ser transformada em prática, as duas devem andar juntas, porque se não fosse assim não teria motivos para aprendermos as teorias.
Acredito que um dia as escolas vão acordar e dar asas aos seus alunos, deixando que os mesmos participem das suas aprendizagens, que entendam que professor e aluno podem aprender juntos.
E desta forma se transformarão em escolas que são asas, que amam ver seus pássaros voar.



                 Revisitando a postagem de Literatura

Ao revisitar a postagem de literatura, pude relembrar que nesta aula presencial tive a oportunidade de entender que trabalhar com a literatura não envolve apenas livros e textos escritos.
Aprendi que a literatura é bem mais ampla, pois envolve as rodas cantadas, as expressões corporais, a dramatização e etc...
Naquela aula algumas colegas participaram da dramatização da Música: Linda rosa Juvenil, e foi muito divertido, no outro dia levei a mesma para os meus alunos ouvirem e foi um sucesso, desde então tenho um pen drive com a gravação da mesma, e é impressionante como as crianças se identificam e gostam da mesma.
Desde este dia comecei a trabalhar a literatura de diversas forma, e não só com livros como era de costume, claro que procuro variar as aulas, pois sei que o contato com o livro também é de grande importância, tanto para os alunos, quanto para os professores.
Mas como trabalho na educação infantil, acredito ser importante variarmos as propostas, tornando-as divertidas e lúdicas.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Revisando a postagem da reflexão sobre o filme Minha Vida, minha voz.

Ao assistir o filme minha vida minha voz, pude refletir sobre o quanto precisamos e dependemos da nossa voz para trabalharmos.
Aprendi que nos professores também somos parte do grupo de profissionais da voz, antes disso acreditava que o grupo de profissional da voz era composto apenas por cantores, apresentadores, locutores etc...
E aprendi através do filme que devemos cuidar da nossa voz, pois no mesmo tem exemplos de alguns professores que com o habito de falar alto e durante longos períodos acabam adquirindo problemas na voz.
Após assistir o filme percebi que estava abusando da minha voz, pois costumava falar em tom de voz alto o tempo todo e em todos os lugares.
Mas através da orientações do filme, resolvi preservar a minha voz e mudar de comportamento, claro que em alguns momentos ainda falo com tom de voz alto, mas já consegui melhoras bastante, pois o que era continuo, passou a acontecer só em alguns momentos, e como sei que as mudanças levam um tempo.
Acredito que a cada dia vou estar melhor.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Revisitando a postagem a Diferença entre ver e olhar

Ao refletir sobre a diferença entre ver e olhar,pude perceber o quanto são diferentes, apesar de andarem juntos, e um complementar o outro.
Percebo que na contemporaneidade estamos condicionados apenas ao ver, porque o ver é um olhar sem interesse, apenas para tomar conhecimento de algo que existe.
Já o olhar necessita uma atenção especial, é um momento de dedicação, reflexão e contemplação,mas ao mesmo tempo um complementa o outro, pois primeiro vemos e depois olhamos.
Mas acredito que a cada dia que passa estamos perdendo a capacidade de olhar, pois estamos muito ocupado fazendo muitas coisas ao mesmo tempo, sendo assim somos mestres do ver.
Não podemos perder tempo, é o olhar nos exige alguns instantes para que possamos refletir,contemplar e dedicarmos ao que estamos vendo.
Realmente na contemporaneidade estamos presos a simplesmente ver, e cada dia mais esquecendo a importância de ver e olhar.

sábado, 26 de janeiro de 2019

  Revisitando a postagem Brincar é coisa de gente grande

Ao reler a postagem que fiz na interdisciplina de Ludicidade e Educação, lembrei de como me diverti na aula presencial desta interdisciplina, pois a professora Darli, nos proporcionou algumas brincadeiras, o momento foi de grande distração e diversão.
No dia seguinte fui pesquisar se brincar é coisa de gente grande, e para minha surpresa encontrei alguns artigos sobre o assunto, e os mesmos dizem que brincar não é importante apenas para as crianças, pros adultos o brincar é fundamental, porque além de combater o estresse, contribui para o aumento da criatividade e faz bem a saúde.
Entendi que as brincadeiras não deveriam estar presentes apenas no cotidiano das crianças, mas de todas as etapas da vida, só assim teríamos qualidade de vida, e desfrutaríamos alguns momentos de qualidade com os nossos amigos.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Revisitando a Postagem sobre críticas

Na interdisciplina de Seminário integrador III, na segunda aula presencial da interdisciplina a proposta de atividade foi avaliarmos algumas postagens do portfólio de algumas colegas, nos reunimos em grupos para realizarmos o trabalho.
E conforme fomos lendo as postagens e dialogando sobre as mesmas, entendemos o quanto é difícil fazer uma crítica sobre algo ou alguém.
Mas neste dia aprendi que as críticas devem ser feitas de forma construtivas, ou seja a crítica construtiva é a pouco usada, mas é a forma correta de se fazer crítica a algo ou alguém, pois ela ressalta os pontos positivos e os que ainda devem ser melhorados.
Antes de ter aprendido sobre a crítica construtivista ficava muito magoada, quando era criticada por alguém, após ter escrito e refletido sobre a crítica, deixei de encara-la como algo negativo, também procuro fazer o mesmo com as outras pessoas, procurando ressaltar que algo não está errado, apenas pode ser melhorado.
Agora sempre que recebo uma crítica, procuro refletir sobre a mesma,  e melhorar os pontos que ainda podem ser melhorados.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019



Revisitando a postagem... Refletindo Sobre a Importância do Brincar

Ao revisitar a postagem da interdisciplina de infância de 0 a 10, pude relembrar a minha  reflexão sobre a importância do brincar, e entender tudo que aprendi durante a minha infância através das brincadeiras.
E ao pesquisar sobre o assunto aprendi que as brincadeiras tanto lúdicas, quanto educativas ajudam no desenvolvimento das habilidades cognitivas, físicas, sócio-afetivas e morais.
Além de serem instrumentos facilitadores do processo de aprendizagem como: contar, ordenar, classificar e solucionar problemas.
Pois é brincando que a criança se expressa, interage, aprende, recria situações cotidianas e forma sua personalidade.
Trabalho na Educação Infantil, e muitas vezes escuto criticas quando as crianças estão brincando, então percebo que alguns profissionais ou não sabem o quanto as crianças aprendem enquanto brincam, ou não acreditam na importância do brincar.


sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

           Revisitando a postagem do segundo semestre



Na interdisciplina de escolarização,espaço e tempo na perspectiva histórica,através do texto Maquinaria escolar, relembramos alguns fatos históricos importantes para o desenvolvimento da sociedade, principalmente porque o mesmo conta como ocorreu o parecimento da infância, pois antes, as crianças eram tratadas como mini adultos.
Que vestiam-se e frequentavam os mesmos lugares que os adultos, a partir da definição do estatuto da criança, que passou a ter um novo olhar para as mesmas, as mudanças começaram a aparecer.
As escolas passaram a ser responsáveis pela a aprendizagem das crianças, e não mais as famílias como era do costume.
Está situação me fez comparar com os dias atuais em que professores e escola  são responsabilizados,pelas famílias como os únicos responsáveis  pela educação das crianças.
Esquecendo-se que o está tarefa deve ser dividida entre ambas, principalmente na Educação Infantil.